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Coluna do Rafael Pereira #13: Importância da equipe técnica para o sucesso

O trabalho de equipe é algo que todos têm noção ser de suma importância para qualquer time. Conforme falei no texto anterior, quando bem feito, esse trabalho gera coesão e sentimento de unidade e faz com que as diferenças individuais sejam respeitadas, mas apareça a força que faz os corações baterem juntos. Não somente os jogadores precisam saber trabalhar em equipe. É preciso que o grupo responsável por treinar e preparar esses jogadores também tenha essa mentalidade, até por isso que eles se chamam equipe técnica.

Atualmente, as equipes técnicas nos jogos eletrônicos não são muito grandes. Não temos, como nos esportes tradicionais, treinador, preparador físico, fisioterapeuta, psicólogo, assistente social, gerente, entre vários outros. Mas, com certeza, podemos afirmar que temos evoluído muito nesse último ano.

Além do analista, algumas profissões como psicólogo e lifecoach começaram a fazer parte dessa equipe. Só que de nada adianta ter uma equipe mais completa se ela não estiver entrosada. Para transmitir o senso de unidade, ele deve primeiro acontecer na equipe técnica.

Manter esse entrosamento numa equipe de trabalho nem sempre é uma tarefa muito fácil. Diferentemente dos jogadores, que são incentivados a ter o mesmo poder dentro de um grupo, uma equipe técnica tem claramente funções que demandam hierarquia diferentes.

Por isso, quando uma pessoa de hierarquia maior não consegue compreender o que a sua subordinada faz, pode acabar atrapalhando o processo/trabalho do mesmo. E isso nem acontece de propósito (esperamos que não, né?). Muitas vezes é só por puro desconhecimento do assunto mesmo.

Por isso, o primeiro passo para qualquer grupo, seja de jogadores, seja de equipe técnica, ou mesmo qualquer grupo que temos durante nossas vidas, um fator é primordial: comunicação! É importante ouvir, falar e entender que pode haver um meio termo ou uma nova opção a partir dos impasses. Quanto mais estivermos abertos em nos entender, mais poderemos crescer como grupo, e mais uma equipe poderá ajudar um time a ser campeão.

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* Rafael Pereira é graduando de Psicologia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e criador de projeto de intervenções e pesquisa voltados para os esportes eletrônicos. É consultor em psicologia da equipe de League of Legends do CNB e-Sports Club. É colunista do MyCNB desde novembro de 2015. Escreve sobre psicologia nos dias 5 e 20 de todo mês.
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