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Após deixarem OPK, jogadores são contratados pelo ProGaming

Os cyber-atletas que defenderam o Operation Kino no 2º Split do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) 2016 têm nova casa. Eles foram contratados pelo ProGaming e-Sports e disputarão o Circuito Desafiante. O anúncio oficial será na noite desta sexta-feira (26).

Conforme apurou o MyCNB, a organização comprou a vaga do eChamp Gaming na 2ª divisão do cenário brasileiro e vai tentar o acesso ao CBLoL na temporada 2017.

As negociações para contratação dos jogadores começaram depois de a line-up rescindir contrato com o OPK, no último dia 17. O ProGaming fechou com o time no último dia 22 e acertou a compra da vaga nessa quinta-feira (25).

Será a estreia da organização no League of Legends. O ProGaming tem times masculino e feminino de Counter-Strike Global Offensive.

O eChamp havia perdido seus jogadores, que, depois da derrota para o próprio OPK por 3 a 1 na Série de Promoção, decidiram sair da organização e jogar como Sob Nova Direção (SND) no classificatório para o Circuito Desafiante. O time conquistou o acesso ao torneio ao vencer o INTZ Academy.

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Ex-Operation Kino acertou transferênciara para o ProGaming e-Sports (Foto: Riot Games)

Saída

Os jogadores deixaram o Operation Kino por insatisfação com a administração do clube. Quando a saída dos jogadores, do técnico Gabriel "Von" Barbosa e do manager Maicon "mds" Souza foi anunciada, a organização citou "divergências ideológicas entre organização e time".

Um dos pontos de discordância era a necessidade de fazer mudanças na line-up para 2017, mas os problemas iam além, conforme contaram duas fontes próximas à equipe ao MyCNB. 

De acordo com uma fonte, que pediu para não ser identificada, a direção do OPK, entre outras coisas, demorou para trocar os monitores dos computadores para modelos melhores, o que fez com os cyber-atleta usassem parte dos salários para comprarem novos equipamentos para depois serem reembolsados.

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Jogadores, técnico e manager saíram do OPK por insatisfação (Foto: Riot Games)

Encerrada a Série de Promoção após o 2º Split do CBLoL 2016, no qual o Operation Kino terminou na 6ª colocação, a organização queria que os jogadores ficassem três ou quatro meses em casa "porque não tinha como manter a gaming house". Segundo uma das fontes, a direção teria concordado que os cyber-atletas permanecessem na casa, desde que abrissem "mão da metade do salário e da premiação [do CBLoL]".

Apesar de o time não ter ido bem no CBLoL, com uma vitória, três empates e três derrotas, o entendimento entre os jogadores e a comissão ténica é de que a equipe estava se dando bem. Foi por isso que a intenção da direção do OPK de fazer mudanças provocou descontentamento.

Segundo uma terceira fonte, que minimizou outros problemas, disse que a impossibilidade de ficar na gaming house e a divergência sobre troca na line-up foram os principais motivos para a separação. Em comum acordo, time e organização decidiram encerrar os contratos.

Procurado pela Reportagem, o diretor geral do Operation Kino, Marçal Abelha, não quis comentar as informações. "Nem vou perder tempo com isso", disse. "Pretendo não comentar nada, mas estou abismado com esse tipo de coisa que estão falando".

ProGaming e-Sports

Mateus "Skybart" Neves (Solo Top)
Gabriel "Turtle" Peixoto (Jungler)
Bruno "Goku" Miyaguchi (Mid Laner)
Felipe "Skyer" Gimenes (AD Carry)
Matheus "Professor" Leirião (Support)

Gabriel "Von" Barbosa (treinador)

Maicon "mds" Souza (manager)


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Tags: League of legends, cblol 2016, operation kino, progaming e-sports