Siga o MyCNB  


  • Menu
  • Notícias
  • Dono do CNB admite cobrança de novos sócios e explica troca

Dono do CNB admite cobrança de novos sócios e explica troca

Encerrada a série que selou a eliminação do CNB e-Sports Club do 1º Split do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) 2017, o diretor Cleber "Fuzi" Fonseca, um dos donos da equipe, admitiu que há uma cobrança maior por resultados com a entrada de Ronaldo Fenômeno para o quadro societário da organização e disse que a mudança de Jungler para a última rodada foi uma decisão capitaneada pela diretoria.

O time chegou ao confronto decisivo da Fase de Classificação precisando vencer o Operation Kino (OPK) e ainda torcendo pelo tropeço do Keyd Stars contra o RED Canids, neste domingo (12). Entretanto, os blumers amargaram o empate neste sábado (11) e ficaram fora das Semifinais. Clique aqui para ver a cobertura completa da competição.

"Nós tentamos muito e não foi por falta de se mexer e nem por acomodação. Os treinos vinham tudo bem, mas, por algum motivo que ainda não conseguimos identificar, na 'hora H' as coisas não acontecem como nós esperamos", disse Fuzi, corroborando as declarações do técnico Hugo "Galfi" Augusto e do AD Carry Pablo "pbO" Yuri após o empate. "Não conseguimos traduzir a CNB dos treinos para a CNB do campeonato", avaliou o treinador.

Fuzi disse que, "com certeza, não estamos felizes com os resultados" e citou a aquisição de 50% do CNB por novos sócios para destacar o peso da derrota. "Com a entrada do Akkari e do Ronaldo, a cobrança é maior e a expectativa em cima do time também é maior. Tem a cobrança externa e a cobrança interna entre os sócios. [A eliminação] é algo que atrapalha comercialmente falando, existe a cobrança, e estamos tentando lidar da melhor forma para trazer os resultados, mas não foi desta vez".

cnb-conversa-fuzi-cblol-2017-1o-split-riot-games
Fuzi (de boné e camisa branca) admitiu cobrança por resultados (Foto: Riot Games)

Sobre a inesperada troca de Gustavo "Minerva" Queiroz por Yan "Yampi" Petermann para o confronto contra o OPK, Fuzi revelou que tratou-se de um desejo da direção. "Era uma sensação minha, do meu irmão [Carlos "Fury" Junior, outro dono da equipe] e da comissão técnica de que precisávamos testar. O Yampi entrou em um treino para ver como o time se movimentava com uma peça diferente e, durante os treinos, estava muito bom e o time estava rodando de uma forma bem interessante, mas infelizmente aqui acabou não rolando".

Para o executivo, a mudança era uma oportunidade que deveria ser testada, já que a equipe vinha tendo atuações inconstantes com Minerva. "Aconteceu uma cobrança minha e do meu irmão que nós acreditávamos muito no potencial do Yampi e era uma ferramenta que tínhamos disponível. Nós víamos que o Minerva estava muito oito ou 80 e tinha uma ferramenta disponível, por que não fazer um teste? Foi assim que começou".

Quanto ao comportamento de Minerva na reserva, Fuzi disse que o jogador "aceitou" a decisão, depois de ter ficado inicialmente triste. "Claro que os jogadores mais velhos ainda não sabem lidar 100% com essa questão de ir para a reserva, mesmo que seja momentaneamente. Ele ficou um pouco chateado, mas acabou entendendo que era uma mudança profissional e técnica".

Mesmo decepcionado, Fuzi quis destacar o "lado positivo" da eliminação na Fase de Classificação. "Ganhamos um pouco de tempo para nos programarmos para o próximo Split. Com certeza vamos vir para ganhar. Eu ainda não sei o que vamos fazer em relação à equipe, mas o objetivo é vencer".


Veja também:


Tags: cnb e-Sports club, League of legends, fuzi, akkari, cblol 2017, ronaldo