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Ranger não vê Rift Rivals mais difícil em 2019

O Rift  Rivals 2018 foi o último em que veremos as regiões CLS (América Latina Sul) e LLN (América Latina Norte). Isso porque, a partir da próxima temporada ambas irão se unir em uma única região, chamada popularmente de Latam (América Latina).


Ranger crê em Latam mais forte a curto prazo, porém pior ao longo prazo (Foto: Riot Games)

Apesar da mudança, o Jungler do KaBuM! e-Sports, Filipe "Ranger" Brombilla não acredita que os “latinos” estarão muito melhores para a próxima edição do Rift Rivals: “No começo eu acredito que eles terão um conhecimento auto-suficiente, então o Brasil deixará de ser referência. Acho que eles vão manter tudo numa bolha, e depois disso eles ficarão numa inércia, não buscando informação em outro lugar. O conhecimento do LLN não é suficiente para passar o Brasil, não acho que será muito mais difícil, o nível vai se aproximar, mas muito mais difícil, creio que não.”

Gabriel “Revolta” Henud, do Vivo  Keyd, concorda com Ranger, afirmando que em curto prazo, eles serão uma região mais forte, mas por conta de perderem a oportunidade de treinar com os times do servidor NA, ao longo prazo “eles vão ficar mais fracos.”

O Mundial de League of Legends, que será realizado na Coreia do Sul, será o último torneio internacional que poderemos ver CLS e LLN disputando independentemente. O 2º Split das regiões está em sua metade, e em cerca de dois meses, teremos os últimos representantes.

A união das duas regiões foi anunciada em maio, pela Riot Games. O objetivo, segundo a desenvolvedora, é aumentar a competitividade da região, melhor experiência para o público, entre outros.


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Tags: revolta, ranger, rift rivals 2018